29 de setembro de 2010

Vinho do Porto, Vinho de Portugal.

E pelo rio vai dourado o nosso brio
Nos rabelos duma vida
Nos rabelos duma vida
E para o mundo vão garrafas cá do fundo
De uma gente envaidecida
De uma gente envaidecida 
 
 

3 de setembro de 2010

Olhamos para eles...



Olhamos para eles
e sentimo-nos incomodados.

Incomodados e impotentes.

Podemos aliviar a consciência
com uma moeda.
Ou com comida.

Ficamos aliviados mas não curados.
Há qualquer coisa que continua a roer
por dentro.
A culpa não é nossa.
Individualmente.
Se calhar nem deles.
Individualmente.

É bom que nos sintamos incomodados.

Será ainda melhor
se fizermos alguma coisa.
Alguma coisa significativa.
Alguma coisa que os alivie.

E também alguma coisa que evite
o aparecimento de outros como eles
(eventualmente nós próprios).

15 de agosto de 2010

Pôr do sol

És único, mágico!
Suas cores vão se matizando
Assim como as cores de nossas vidas.
O céu se modifica, nuvens solitárias,
Carregadas, se rendem ao encanto,
Absorvem suas cores vibrantes...
O espectáculo torna-se exuberante!
Paro maravilhada com sua mutação...
Minha alma chora um pranto de alegria
Por tamanha harmonia.


4 de agosto de 2010

Outra dimensão


O abstrato não se aprisiona a critérios, a padrões, a regras e dogmas.
O abstrato só existe em outro plano, em outra dimensão.
O abstrato cresce na capacidade de criar.
O abstrato está onde está sua imaginação.
O abstrato tem o poder de libertar.
O abstrato sobrevive porque vive em ti no coração.

8 de julho de 2010

Arrasta Uma Cadeira



Amigo, arrasta uma cadeira
Chega mais para perto e fale o que quiser
Fale o que tiver vontade
De amor, de saudade...

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