Eternizar momentos, fugazes e belos, é transpor para o presente pedaços de alma, reviver continuamente emoções sentidas.
28 de maio de 2010
24 de maio de 2010
21 de maio de 2010
12 de maio de 2010
Natureza

Raios de sol...
Lua a cintilar...
No frio...
Ao calor...
A fauna
A flora
Respira!
Biodiversidade
O vento...
No ar...
A terra em água...
Riachos...Rios...
Ao mar
Animais
Vegetais
Micro macro
Ser vivo
Respira!
Ecossistema em existência
Num sopro do tempo inspira
A andar
A nadar
A voar
A rastejar
A vegetar
Na natureza em perseverança do não pra vida expirar
Num mundo por esperança a fecundar
A gerar
A criar
A plantar
A preservar
O meio ambiente
A respirar...

Poema de Emanuel Ferreira da Silva
9 de maio de 2010
8 de maio de 2010
7 de maio de 2010
4 de maio de 2010
3 de maio de 2010
Pensamentos
Encontrei a palavra
não a palavra pura
com a qual o poeta sonha
expressar seu sentimento
Encontrei a palavra mergulhada
no suor do pensamento
a palavra que sangra, calejada
Não encontrei a palavra certa ou esperada
mas aquela cujo nascedouro é labor
A palavra que carrega o odor
daquilo que foi labutado
do que entre lágrimas foi gerado
não a palavra pura
com a qual o poeta sonha
expressar seu sentimento
Encontrei a palavra mergulhada
no suor do pensamento
a palavra que sangra, calejada
Não encontrei a palavra certa ou esperada
mas aquela cujo nascedouro é labor
A palavra que carrega o odor
daquilo que foi labutado
do que entre lágrimas foi gerado
2 de maio de 2010
Onde estarei eu quando parar para pensar...
Onde estarei eu quando parar para pensar
Na vida que me fugiu?
Lembrar-me-ei das escolhas
Que não fiz?
Terei saudades das coisas
Que não tive?
E se me a arrepender...
Do caminho que escolhi?
Paz e descanso...
26 de abril de 2010
21 de abril de 2010
18 de abril de 2010
8 de abril de 2010
29 de março de 2010
17 de março de 2010
Do regalo de terra que teu dorso ajeita...
De onde é que vem esses olhos tão tristes?
Vem da campina onde o sol se deita
Do regalo de terra que teu dorso ajeita
E dorme serena, no sereno e sonha
De onde é que salta essa voz tão risonha?
Da chuva que teima, mas o céu rejeita
Do mato, do medo, da perda tristonha
Mas, que o sol resgata, arde e deleita
Há uma estrada de pedra que passa na fazenda
É teu destino, é tua senda onde nascem tuas canções
As tempestades do tempo que marcam tua história,
Fogo que queima na memória e acende os corações

Sim, dos teus pés na terra nascem flores
A tua voz macia aplaca as dores
E espalha cores vivas pelo ar...

Sim, dos teus olhos saem cachoeiras
Sete lagoas, mel e brincadeiras Espumas,
ondas, águas do teu mar...

É teu destino, é tua senda onde nascem tuas canções
As tempestades do tempo que marcam tua história,
Fogo que queima na memória e acende os corações

Sim, dos teus pés na terra nascem flores
A tua voz macia aplaca as dores
E espalha cores vivas pelo ar...

Sim, dos teus olhos saem cachoeiras
Sete lagoas, mel e brincadeiras Espumas,
ondas, águas do teu mar...

16 de março de 2010
15 de março de 2010
11 de março de 2010
10 de março de 2010
9 de março de 2010
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