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18 de maio de 2013

Casa do Eng. Ângelo Mendonça da Cunha Morais








Ângelo Mendonça da Cunha Morais, nascido em Luanda no ano de 1897 filho de Joaquim Augusto da Cunha de Morais, Paralelamente ao curso de engenharia, formou-se também em filosofia. Herdou do fundador e seu tio, Augusto César da Cunha Morais, os destinos desta fábrica, que por falta de descendência o incumbiu de a gerir. Na política ingressa numa loja maçónica e torna-se antiteísta, chegando a abordar o espiritismo como forma de alcançar o conhecimento profundo do espírito humano. Também era um homem dotado para fotografia.

29 de setembro de 2010

Vinho do Porto, Vinho de Portugal.

E pelo rio vai dourado o nosso brio
Nos rabelos duma vida
Nos rabelos duma vida
E para o mundo vão garrafas cá do fundo
De uma gente envaidecida
De uma gente envaidecida 
 
 

4 de agosto de 2010

Outra dimensão


O abstrato não se aprisiona a critérios, a padrões, a regras e dogmas.
O abstrato só existe em outro plano, em outra dimensão.
O abstrato cresce na capacidade de criar.
O abstrato está onde está sua imaginação.
O abstrato tem o poder de libertar.
O abstrato sobrevive porque vive em ti no coração.

8 de julho de 2010

Arrasta Uma Cadeira



Amigo, arrasta uma cadeira
Chega mais para perto e fale o que quiser
Fale o que tiver vontade
De amor, de saudade...

21 de maio de 2010

Este teu olhar



Este teu olhar triste,
à espera de um carinho
que tarda em chegar,
ou que decerto nunca virá...

9 de maio de 2010

Deixa-me andar assim...



Deixa-andar assim no teu caminho,
por toda a vida Amor, devagarinho,
até a morte me levar consigo...

Florbela Espanca

2 de maio de 2010

Onde estarei eu quando parar para pensar...



Onde estarei eu quando parar para pensar
Na vida que me fugiu?
Lembrar-me-ei das escolhas
Que não fiz?
Terei saudades das coisas
Que não tive?
E se me a arrepender...
Do caminho que escolhi?
Paz e descanso...


17 de março de 2010

Do regalo de terra que teu dorso ajeita...

De onde é que vem esses olhos tão tristes?
Vem da campina onde o sol se deita
Do regalo de terra que teu dorso ajeita
E dorme serena, no sereno e sonha

De onde é que salta essa voz tão risonha?
Da chuva que teima, mas o céu rejeita
Do mato, do medo, da perda tristonha
Mas, que o sol resgata, arde e deleita

Há uma estrada de pedra que passa na fazenda
É teu destino, é tua senda onde nascem tuas canções

As tempestades do tempo que marcam tua história,

Fogo que queima na memória e acende os corações




Sim, dos teus pés na terra nascem flores
A tua voz macia aplaca as dores
E espalha cores vivas pelo ar...



Sim, dos teus olhos saem cachoeiras
Sete lagoas, mel e brincadeiras
Espumas,
ondas, águas do teu mar...

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