Ângelo Mendonça da Cunha Morais, nascido em Luanda no ano de 1897 filho de Joaquim Augusto da Cunha de Morais, Paralelamente ao curso de engenharia, formou-se também em filosofia. Herdou do fundador e seu tio, Augusto César da Cunha Morais, os destinos desta fábrica, que por falta de descendência o incumbiu de a gerir. Na política ingressa numa loja maçónica e torna-se antiteísta, chegando a abordar o espiritismo como forma de alcançar o conhecimento profundo do espírito humano. Também era um homem dotado para fotografia.
Eternizar momentos, fugazes e belos, é transpor para o presente pedaços de alma, reviver continuamente emoções sentidas.
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18 de maio de 2013
Casa do Eng. Ângelo Mendonça da Cunha Morais
Ângelo Mendonça da Cunha Morais, nascido em Luanda no ano de 1897 filho de Joaquim Augusto da Cunha de Morais, Paralelamente ao curso de engenharia, formou-se também em filosofia. Herdou do fundador e seu tio, Augusto César da Cunha Morais, os destinos desta fábrica, que por falta de descendência o incumbiu de a gerir. Na política ingressa numa loja maçónica e torna-se antiteísta, chegando a abordar o espiritismo como forma de alcançar o conhecimento profundo do espírito humano. Também era um homem dotado para fotografia.
17 de agosto de 2011
8 de maio de 2011
26 de janeiro de 2011
29 de setembro de 2010
Vinho do Porto, Vinho de Portugal.
E pelo rio vai dourado o nosso brio
Nos rabelos duma vida
Nos rabelos duma vida
E para o mundo vão garrafas cá do fundo
De uma gente envaidecida
De uma gente envaidecida
Nos rabelos duma vida
Nos rabelos duma vida
E para o mundo vão garrafas cá do fundo
De uma gente envaidecida
De uma gente envaidecida
23 de setembro de 2010
22 de setembro de 2010
Mais um dia sem carro

O objetivo principal do Dia Mundial Sem Carro é estimular uma reflexão sobre o
uso excessivo do automóvel.
20 de setembro de 2010
4 de agosto de 2010
Outra dimensão

O abstrato não se aprisiona a critérios, a padrões, a regras e dogmas.

O abstrato cresce na capacidade de criar.
O abstrato está onde está sua imaginação.

O abstrato sobrevive porque vive em ti no coração.

8 de julho de 2010
Arrasta Uma Cadeira
Amigo, arrasta uma cadeira
Chega mais para perto e fale o que quiser
Fale o que tiver vontade
De amor, de saudade...
Chega mais para perto e fale o que quiser
Fale o que tiver vontade
De amor, de saudade...
28 de maio de 2010
21 de maio de 2010
9 de maio de 2010
8 de maio de 2010
4 de maio de 2010
2 de maio de 2010
Onde estarei eu quando parar para pensar...
Onde estarei eu quando parar para pensar
Na vida que me fugiu?
Lembrar-me-ei das escolhas
Que não fiz?
Terei saudades das coisas
Que não tive?
E se me a arrepender...
Do caminho que escolhi?
Paz e descanso...
17 de março de 2010
Do regalo de terra que teu dorso ajeita...
De onde é que vem esses olhos tão tristes?
Vem da campina onde o sol se deita
Do regalo de terra que teu dorso ajeita
E dorme serena, no sereno e sonha
De onde é que salta essa voz tão risonha?
Da chuva que teima, mas o céu rejeita
Do mato, do medo, da perda tristonha
Mas, que o sol resgata, arde e deleita
Há uma estrada de pedra que passa na fazenda
É teu destino, é tua senda onde nascem tuas canções
As tempestades do tempo que marcam tua história,
Fogo que queima na memória e acende os corações

Sim, dos teus pés na terra nascem flores
A tua voz macia aplaca as dores
E espalha cores vivas pelo ar...

Sim, dos teus olhos saem cachoeiras
Sete lagoas, mel e brincadeiras Espumas,
ondas, águas do teu mar...

É teu destino, é tua senda onde nascem tuas canções
As tempestades do tempo que marcam tua história,
Fogo que queima na memória e acende os corações

Sim, dos teus pés na terra nascem flores
A tua voz macia aplaca as dores
E espalha cores vivas pelo ar...

Sim, dos teus olhos saem cachoeiras
Sete lagoas, mel e brincadeiras Espumas,
ondas, águas do teu mar...

15 de março de 2010
9 de março de 2010
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